13 maio 2015

AMDE/CIMAC – 30 anos ao serviço do Alentejo Central

​No dia 8 de maio no âmbito das Comemorações do seu 30º aniversário a AMDE/CIMAC, homenageou os eleitos com mais de 30 anos de representação autárquica ao serviço das suas populações.

No dia 8 de maio no âmbito das Comemorações do seu 30º aniversário a AMDE/CIMAC, homenageou os eleitos com mais de 30 anos de representação autárquica ao serviço das suas populações.

 A cerimónia que decorreu no EvoraHotel contou com a participação de várias personalidades do panorama político autárquico tais como Luís Capoulas Santos, Alfredo Barroso, Jerónimo Loios, António Recto, Abílio Fernandes, Vítor Martelo, José Portel, Norberto Patinho entre outros.

 A AMDE/CIMAC que conta com 30 anos de vida, 30 anos de associativismo municipal, e consequentemente 30 anos ao serviço do Alentejo Central, conheceu as intervenções da sua Presidente e Vice-Presidentes, Hortênsia Menino, António Recto e José Calixto respetivamente, que fizeram o balanço dos últimos 30 anos de vida desta entidade, do que representou e representa na vida da comunidade deste território, na importância e no papel que desempenha na salvaguarda da democracia participada e na defesa dos valores do poder local e consequentemente das suas populações.

 O Município de Redondo teve entre os homenageados as presenças de Alfredo Barroso, António Recto e José Portel, que deram o testemunho das suas vidas enquanto autarcas e também na qualidade de membros com responsabilidades nos órgãos da CIMAC.

 Nas mensagens e testemunhos transversais à maioria dos interlocutores e homenageados em presença naquela cerimónia, foi especialmente assinalada a preocupação dos mesmos, nos ataques perpetuados pelos governos centrais à autonomia e à independência do poder local autárquico quer na sua intensificação quer na sistematização, por forma a esvaziar as suas competências e automaticamente menorizar a sua intervenção em prol da defesa dos seus territórios e das suas populações. A Regionalização é a palavra-chave, reiterada por muitos enquanto resposta a estes contínuos ataques, sendo a sua criação um instrumento fundamental para o desenvolvimento equilibrado do território, especialmente do interior, num País em que as assimetrias com o litoral se acentuam cada vez mais.

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